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Rússia e China retomam construção de maior oleoduto do mundo
Moscou, 17 fev (EFE).- Rússia e China assinaram hoje o contrato para construção do trecho chinês do Grande Oleoduto Oriental, previsto para ser o maior do mundo, com 5.
Chegando até a costa do oceano Pacífico, o oleoduto abastecerá China, Japão e Coreia do Sul de petróleo cru siberiano, segundo informou a estatal russa Transneft à agência oficial de notícias "Itar-Tass".
Além disso, a Transneft e a maior petrolífera do país, Rosneft, receberão um crédito de US$ 25 bilhões do Banco de Desenvolvimento da China para esta construção.
A Transneft deveria concluir o ramal chinês do oleoduto em 2008, antes dos Jogos Olímpicos de Pequim, mas problemas de financiamento atrasaram as obras.
Devido a críticas de ecologistas, a Transneft ainda precisou mudar o percurso do duto que, segundo o plano original, passaria a apenas 800 metros do lago Baikal, na Sibéria, que possui a maior reserva de água doce do mundo.
Essas mudanças causaram atrasos contínuos e se transformaram em uma dor de cabeça para a China, que tenta reduzir sua dependência do Oriente Médio, de onde recebe 90% de suas importações de petróleo.
Depois de 2008, as autoridades chinesas pediram diversas vezes à Rússia que marcasse prazos para a conclusão do oleoduto, mas o Kremlin nunca as atendeu. EFE io/jp
Fonte: Último Segundo/EFE
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Chegando até a costa do oceano Pacífico, o oleoduto abastecerá China, Japão e Coreia do Sul de petróleo cru siberiano, segundo informou a estatal russa Transneft à agência oficial de notícias "Itar-Tass".
Além disso, a Transneft e a maior petrolífera do país, Rosneft, receberão um crédito de US$ 25 bilhões do Banco de Desenvolvimento da China para esta construção.
A Transneft deveria concluir o ramal chinês do oleoduto em 2008, antes dos Jogos Olímpicos de Pequim, mas problemas de financiamento atrasaram as obras.
Devido a críticas de ecologistas, a Transneft ainda precisou mudar o percurso do duto que, segundo o plano original, passaria a apenas 800 metros do lago Baikal, na Sibéria, que possui a maior reserva de água doce do mundo.
Essas mudanças causaram atrasos contínuos e se transformaram em uma dor de cabeça para a China, que tenta reduzir sua dependência do Oriente Médio, de onde recebe 90% de suas importações de petróleo.
Depois de 2008, as autoridades chinesas pediram diversas vezes à Rússia que marcasse prazos para a conclusão do oleoduto, mas o Kremlin nunca as atendeu. EFE io/jp
Fonte: Último Segundo/EFE
Postada em 17/02/2009 15h22m
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